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	<title>Blog da Carminha Soares</title>
	<link>http://carminha.blog.digi.com.br</link>
	<description>Inclusão Social, Cidadania, Direitos Humanos e todos os assuntos que abordam a igualdade social.</description>
	<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 13:40:41 +0000</pubDate>
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		<title>AS ARTIMANHAS DA DESIGUALDADE SOCIAL</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 13:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[As críticas que fazemos ao conceito de INCLUSÃO alusivo aos jogos paraolímpicos, por sua qualidade excludente, é o que chamamos de artimanhas de uma falsa inclusão. Equilíbrio, comunhão e união são cernes do ideário Olímpico em todo seu processo histórico, desde sua origem na antiguidade grega até a versão &#8220;moderna&#8221; dos jogos na atualidade. Ao invés [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As críticas que fazemos ao conceito de INCLUSÃO alusivo aos jogos paraolímpicos, por sua qualidade excludente, é o que chamamos de artimanhas de uma falsa inclusão. Equilíbrio, comunhão e união são cernes do ideário Olímpico em todo seu processo histórico, desde sua origem na antiguidade grega até a versão &#8220;moderna&#8221; dos jogos na atualidade. Ao invés de, realmente, visar à eliminação das desigualdades, busca aprimorá-las. Revelam erro, imprecisão e contradição de sentidos que contribuem para o processo de exclusão social.</p>
<p>Quem são os excluídos, disfarçados em incluídos? Somos todos nós!</p>
<p>Quando não podemos optar pelo que queremos ver, estamos excluídos literalmente. Inclusive, o fato de não poder assistir a uma final de basquete jogado em cadeira de rodas, de natação, atletismo, por exemplo, em tempo real.</p>
<p>E é nesse contexto de celebração entre os povos que a globalização apropria-se do conceito comunicacional para mascarar e transmitir significados culturais e econômicos, que contribuem cada vez mais para a exclusão social. Diante desse quadro, as relações de influência que a mídia exerce na sociedade, no tocante à inclusão das pessoas com deficiência, deveriam fundamentar sua missão de colaborar de modo a gerar uma mudança no pensamento das pessoas e das instituições que atuam na área. </p>
<p>Entretanto, ao terminar a cobertura dos Jogos Olímpicos em Pequim, a Tv Globo colocou sua seta indicando o próximo caminho: “África 2010”, e a ESPN colocou sua bandeira em “Londres 2012”. Ali acabava sua cobertura! E as Paraolimpíadas? Nenhuma palavra! Sinceramente não sabemos o que lhe foi reservado de visibilidade midiática. Alguns flashes?, algumas informações curtas?, alguns momentos de consagração de  atletas como  o mérito de Daniel Dias medalha de ouro na natação no cubo de Pequim? Paradoxal! A consagração é real, mas o tempo midiático não é instantâneo, não é <strong>real.</strong></p>
<p>Ora, em pleno momento de explosão das novas tecnologias e de uma efetiva globalização, como aceitar que aos atletas paraolímpicos sejam negadas as possibilidades de se mostrarem ao mundo em tempo real? Afinal, da globalização em curso esses atores não devem ser excluídos.</p>
<p>Como romper com esse paradigma? Paulo Freire, ao proferir palestra em Natal, promovida pelo jornal <em>Diário de Natal</em>, em 1992, deixou-nos<em> </em>uma frase célebre “Só aprende quem tem coragem de abandonar o velho e mergulhar no novo, mesmo com toda a vertigem que o salto provoca”, que reforça a necessidade de mudança pessoal e social. O autor se concentra na <em>coragem</em> de mudar, mesmo que essa mudança implique lutar contra valores arraigados na sociedade, levando-nos a perceber que a natureza dos homens é a mesma; independentemente de serem pessoas sem deficiência ou com deficiência, são seus hábitos, seus preconceitos e estereótipos que os mantêm separados.</p>
<p>É preciso estimular uma cultura de solidariedade, entre os homens, que favoreça mudanças de atitudes, onde o desenvolvimento humano possa ser baseado na justiça, na solidariedade e na ética. Na verdade, as ações voltadas para as práticas da inclusão social repousam, ainda, em princípios relativamente desconhecidos, como a aceitação das diferenças individuais, a valorização de cada pessoa e a convivência dentro da diversidade humana.</p>
<p>Vale a pena refletir o papel da mídia. É o mínimo que nós, telespectadores dos canais abertos e assinantes dos canais fechados, esperamos de uma mídia democrática e cidadã.  Não temos o direito de estigmatizar, de atribuir uma marca que virá sempre à frente da pessoa. Não podemos classificá-la pelo seu aspecto de apresentação, é preciso conhecê-la mais de perto, ver suas dificuldades e potencialidades. E, para isso, é preciso vê-la. </p>
<p>Afinal, belo seria estarmos juntos num único evento com um único <strong>olhar</strong>!          </p>
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		<title>Olimpíadas x Paraolimpíadas</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 13:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[O curso de Jornalismo Científico promovido pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte – FAPERN trouxe para as discussões jornalísticas nomes merecedores do respeito dos que atuam na área, com abordagens pertinentes e reflexivas ao contexto midiático nos seus amplos aspectos.
Um dos temas abordados durante o curso e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Times New Roman">O curso de Jornalismo Científico promovido pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte – FAPERN trouxe para as discussões jornalísticas nomes merecedores do respeito dos que atuam na área, com abordagens pertinentes e reflexivas ao contexto midiático nos seus amplos aspectos.</font></p>
<p><font face="Times New Roman">Um dos temas abordados durante o curso e que focou a importância política e social do conhecimento científico, deixou claro que quem detém o poder é quem tem o conhecimento. É impossível para alguém falar sobre algo para o que não se preparou, não teve nem mesmo o cuidado preliminar de conhecer a questão: cai de pára-quedas e impacta.</font></p>
<p><font face="Times New Roman">No aspecto desportivo, no entanto, foi de consenso ao longo do curso a constatação de que o jornalismo que se volta para o esporte é um jornalismo que conhece bem aquilo que é transmitido, veiculado, exercendo o seu papel, fazendo o seu leitor, ouvinte ou telespectador, pensar, maravilhar, divertir, revelar, levando a informação em detalhes.</font></p>
<p><font face="Times New Roman">Falta-lhes, porém, na minha particular concepção, o interesse pelo esporte paraolímpico. Na qualidade de pesquisadora da área jornalística desenvolvendo trabalho voltado para inclusão social, com o tema: Olimpíadas e Paraolimpíadas como Evento Desportivo Único, chamou-me, sobremodo, a atenção quando, da abertura das Olimpíadas de Pequim, na China, dia 8 de agosto de 2008 às 8 horas, elaborada na mais absoluta superioridade tecnológica, o trecho da canção executada pela cantora inglesa: “&#8230;eu e você num mesmo mundo, numa só família&#8230;” traduzia o sentimento, o espírito olímpico. Mas, por que separar as olimpíadas das paraolimpíadas? Não trazer esse sentimento, esse congraçamento entre todos os povos numa <strong>verdadeira celebração mundial desportiva,</strong> sem segregação, sem discriminação, fazendo valer o que está assegurado na Declaração Universal dos Direitos Humanos no ano que completa 60 anos e que prega a liberdade de expressão, de pensamento, a luta pela igualdade e o respeito a todos. Assim, o desporto competitivo não é só uma prerrogativa de pessoas consideradas sem deficiência, mas também para as pessoas com deficiência. </font></p>
<p><font face="Times New Roman">A ciência nos tem mostrado que o comportamento humano é inteiramente evolutivo, portanto, movente. Acredito como pessoa, como pesquisadora que a inclusão social seja o maior projeto da humanidade.</font></p>
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		<title>O CAMINHO DA “BOLA”</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 02:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inclusão pelo Esporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Fico pensando nos equívocos que há no futebol, desporto considerado o mais popular do mundo. Esta reflexão passa pelo seu significado social, reconhecendo que o futebol também envolve consequências indesejáveis: o trágico fim da carreira de um jovem goleiro veiculado na imprensa do mundo inteiro. O assustador “MUNDO” que gira em torno do futebol no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fico pensando nos equívocos que há no futebol, desporto considerado o mais popular do mundo. Esta reflexão passa pelo seu significado social, reconhecendo que o futebol também envolve consequências indesejáveis: o trágico fim da carreira de um jovem goleiro veiculado na imprensa do mundo inteiro. O assustador “MUNDO” que gira em torno do futebol no contexto atual.           </p>
<p> O futebol como esporte tem como princípios norteadores a disciplina, o equilíbrio, o trabalho em equipe e, fundamentalmente, o de ser o espelho para o enorme público amante desse desporto, envolvendo crianças e adolescentes que sonham em chegar a uma grande equipe, ser um CRAQUE! </p>
<p>Entretanto, fica evidente que falta colocar nesse esporte, tão rentável para quem chega lá, um alicerce sólido que passa orientar e guiar as condutas e atitudes dos seus jogadores dentro e fora dos clubes – valores morais e éticos para que sua dimensão social seja realmente entendida.            </p>
<p>É notório que o poder, a fama e os altos salários deixam “MUITOS” sem limites. São deuses, mitos de uma torcida apaixonada! Podem tudo ou pensam que podem. É bem verdade, que a cultura que muitos trazem consigo não lhes permite suportar os holofotes da fama, que os tornam vulneráveis e os fazem percorrer caminhos incertos.        </p>
<p>    O mundo lá fora está cheio de armadilhas para passos displicentes e desatentos. É necessário ser acompanhado por uma equipe psicosocial, para alcançar um crescimento social capaz de contestar e discutir as exacerbações que a cada dia aumentam no mundo do futebol.            </p>
<p> Não há dúvida de que o futebol, como prática social humana, necessita de um olhar mais atento por parte dos seus dirigentes, o que significa refazer o caminho da bola.           </p>
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		<title>Troque a imaginação pelo saber</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 07:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fernando pessoa &#8220;O mito é o nada que é tudo&#8221; ! O que será que ele quiz dizer com essa antítese? Sábio e atual para os dias de hoje&#8230; A mitologia grega explicava os fenômenos da natureza e os sentimentos dos homens através dos seus &#8220;mitos&#8221;.
Na modernidade os mitos simbolizam a imagem do consumo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carminha.blog.digi.com.br/files/2008/03/dsc03430.JPG" title="dsc03430.JPG"><img src="http://carminha.blog.digi.com.br/files/2008/03/dsc03430.thumbnail.JPG" alt="dsc03430.JPG" /></a></p>
<p>Fernando pessoa &#8220;O mito é o nada que é tudo&#8221; ! O que será que ele quiz dizer com essa antítese? Sábio e atual para os dias de hoje&#8230; A mitologia grega explicava os fenômenos da natureza e os sentimentos dos homens através dos seus &#8220;mitos&#8221;.</p>
<p>Na modernidade os mitos simbolizam a imagem do consumo e veiculam atravéz de suas imagens falsas realidades dentro da indústria cultural. E assim, o mito é tudo! mas de que mito estamos falando? dos famosos que utilizam da fragilidade do esclarecimento do povo e como uma cascata de produtos vão levando a massa a consumir os ilusórios produtos da barbárie do capitalismo.</p>
<p>O saber que dignifica o homem pelo entendimento lógico desse jogo, deixa de fora, milhares de pessoas que ainda não conseguiram captar o poder das técnicas dessa indútria que é , na verdade o poder dos economicamente poderosos. A mídia que intermedia os fatos e acontecimentos sociais, fica vendo a banda passar, porque os filtros pelos quais são regidos são do capitalismo brutal.</p>
<p>A inclusão social é prejudicada pelas carências das instituições de ensino, na formação dos seus docentes que leva para sociedade somente o que é do seu interesse do grupo ao qual pertence. É nas bases sociais onde habita o caos dessa manipulação. Vamos ajudar? Um país que é de todos, deve ser de todos e não de alguns.</p>
<p>Abandonar os inúteis discursos que estão concentrados na política, economia e nas páginas policiais e fazer um fio condutor com as bases sociais mais vulneráveis e levar essa reflexão da &#8220;indústria cultural para as bases sociais menos favorecidas. Se os mais favorecidos não refletirem sobre isso, aprofundaremos o caos que se espalha por todos os lados. Trocas e partilhas múltuas engrandecem o mundo e estabele a ordem de se ter um mundo melhor para todos!</p>
<p>Veicular notícias que falam das sutilezas que permeiam as políticas sociais do cotidianamente sem aprofundá-las, é esquecer o compromisso com a cidadania. Vamos lá! ainda há tempo de plantar e colher frutos saudáveis. Diga não ao preconceito, a discriminação e siga com sua conciência tranqüila.</p>
<p><em>É MUITO BOM SER BOM!</em> Mais Brasil para os brasileiros.</p>
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		<title>Declaração Universal dos Direitos Humanos</title>
		<link>http://carminha.blog.digi.com.br/2008/03/04/declaracao-universal-dos-direitos-humanos-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 02:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2008 se comemora o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Aprovada em 10 de dezembro de 1948, quando as Nações Unidas tentavam imaginar regras de convivência entre os países e também entre ricos e pobres de cada país para afastar o fantasma de uma nova guerra, essa convenção-mãe dos instrumentos humanitários de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2008 se comemora o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Aprovada em 10 de dezembro de 1948, quando as Nações Unidas tentavam imaginar regras de convivência entre os países e também entre ricos e pobres de cada país para afastar o fantasma de uma nova guerra, essa convenção-mãe dos instrumentos humanitários de alcance internacional desdobra em 30 artigos e tem como idéia central: todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos.  Eleanor Roosevelt, que teve um papel decisivo em sua aprovação, considerou o documento uma verdadeira Carta Magna da humanidade. O aniversário deve ser aproveitado para uma reflexão abrangente, visando a formatar novas políticas públicas e iniciativas da sociedade civil para transformar em fato concreto os belos enunciados que apontam para um contexto de paz e justiça social.Em 2008 se comemora o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Aprovada em 10 de dezembro de 1948, quando as Nações Unidas tentavam imaginar regras de convivência entre os países e também entre ricos e pobres de cada país para afastar o fantasma de uma nova guerra, essa convenção-mãe dos instrumentos humanitários de alcance internacional desdobra em 30 artigos e tem como idéia central: todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos.  Eleanor Roosevelt, que teve um papel decisivo em sua aprovação, considerou o documento uma verdadeira Carta Magna da humanidade. O aniversário deve ser aproveitado para uma reflexão abrangente, visando a formatar novas políticas públicas e iniciativas da sociedade civil para transformar em fato concreto os belos enunciados que apontam para um contexto de paz e justiça social.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esperança por um Brasil melhor</title>
		<link>http://carminha.blog.digi.com.br/2008/02/27/esperanca-de-um-mundo-melhor/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 02:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[
A nossa fortaleza está alicerçada na força de acreditar num mundo melhor! mesmo sabendo que a beleza poética com a teimosa procura ou presença, mesmo lá onde não pode chegar, em meio a condições subhumanas de existência. Quem se importa com a expressão e identidade dessas pessoas?
Sofridas, isoladas, sem perspectiva nenhuma, de um mundo mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carminha.blog.digi.com.br/files/2008/02/dsc03431.JPG" title="dsc03431.JPG"><img src="http://carminha.blog.digi.com.br/files/2008/02/dsc03431.thumbnail.JPG" alt="dsc03431.JPG" /></a></p>
<p>A nossa fortaleza está alicerçada na força de acreditar num mundo melhor! mesmo sabendo que a beleza poética com a teimosa procura ou presença, mesmo lá onde não pode chegar, em meio a condições subhumanas de existência. Quem se importa com a expressão e identidade dessas pessoas?</p>
<p>Sofridas, isoladas, sem perspectiva nenhuma, de um mundo mais justo e igualitário. A esperança caminha em cada olhar que vislumbra, muitas vezes, somente um prato de comida.</p>
<p>Quem mais, senão nós mesmos para levar a esperança de dias melhores para quem necessita. Não há como acreditar que o nosso país que nós inventamos e reinventamos todos os dias, não possa levar a paz e a esperança. Que bom se a paz e esperança invadisse as nossas consciências.</p>
<p>E assim, todos passariam a viver e conviver juntos! A igualdade surge como a luz da esperança e do afeto amigo. Não há segredo&#8230; é ação, vontade política, atitude, partilha, interação&#8230;É simplesmente AMOR pelo outro que falta.</p>
<p>Assuntos assim, dificilmente é explorado pela mídia&#8230; o que aconteceu? aprendemos o que na universidade da vida? A desesperança está no nosso cotidiano, basta um olhar mais atento em nossa volta. Cada cidade tem o seu discurso e fala aos seus habitantes. O nosso está nos semáforos, nas calçadas, na educação, na saúde, na segurança&#8230;</p>
<p>Mas a esperança por um Brasil melhor deve ser o último sentimento a morrer em cada um de nós. Lutemos por ela!</p>
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		<title>Semelhanças: O outro lado do mundo</title>
		<link>http://carminha.blog.digi.com.br/2008/02/26/o-outro-lado-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 02:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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Nada é tão surpreendente como constatar que aqui ou do outro lado do mundo, a China, há pessoas com deficiência pedindo esmolas nas calçadas, nas pontes&#8230; de forma lastimável.
Que triste realidade! o mundo parece girar no mesmo sentido de consciências ausentes! a falta de uma política de justiça social permeia a imensidão do universo. Será que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carminha.blog.digi.com.br/files/2008/02/dsc03398.JPG" title="dsc03398.JPG"><img src="http://carminha.blog.digi.com.br/files/2008/02/dsc03398.thumbnail.JPG" alt="dsc03398.JPG" /></a></p>
<p>Nada é tão surpreendente como constatar que aqui ou do outro lado do mundo, a China, há pessoas com deficiência pedindo esmolas nas calçadas, nas pontes&#8230; de forma lastimável.</p>
<p>Que triste realidade! o mundo parece girar no mesmo sentido de consciências ausentes! a falta de uma política de justiça social permeia a imensidão do universo. Será que olhamos só para os nossos problemas? o olhar para o outro, me parece ainda vago e distante.</p>
<p>A tecnologia avança de maneira surpreendente, mas o calor humano revela hábitos de indiferença. Penso no dia em que todos possam ter a convicção de que amar o outro, independente de sua diferença, é a fonte de toda a sabedoria e poder!</p>
<p>A China caminha a passos largos em busca do desenvolvimento econômico, mas esquece, como nós, de que um país é de todos. Assim, parece que caminha a humanidade! Como diz Carlos Drumond &#8220;Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida. Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é&#8221; [&#8230;]. Afinal, todos nós sabemos que nenhuma pessoa é igual a outra. Todo o ser humano é diferente, ou seja, um estranho ímpar.</p>
<p>Quiça! possamos entender um dia, aqui ou na China, a diversidade humana e expressar por gestos e atitudes o amor ao próximo; simplesmente &#8220;amar&#8221;! <strong>Acreditar que daqui pra diante pode ser diferente, é a certeza que aprendemos a ser &#8220;gente&#8221;.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>CHINA - UM PAÍS &#8230;</title>
		<link>http://carminha.blog.digi.com.br/2008/02/25/china-um-pais-mistico/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 02:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inclusão pelo Esporte]]></category>

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		<description><![CDATA[         Nada pode ser tão surpreendente como o mundo da pesquisa. A cada dia nos leva a buscar respostas para as nossas inquietações em relação as questões que permeiam o mundo das desigualdades sociais.
         Assim, como Pequim será a sede dos jogos olímpicos e paraolímpicos, tentamos  conhecer as representações que têm os chineses, professores de algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>         Nada pode ser tão surpreendente como o mundo da pesquisa. A cada dia nos leva a buscar respostas para as nossas inquietações em relação as questões que permeiam o mundo das desigualdades sociais.</p>
<p>         Assim, como Pequim será a sede dos jogos olímpicos e paraolímpicos, tentamos  conhecer as representações que têm os chineses, professores de algumas universidades, em relação a essa desigualdade social. Ou seja, paraolimpíadas - igualdades em paralelo.</p>
<p>        Ao retornar da China, percebemos que a posição da representação do país que tem o maior contingente de pessoas no mundo, é indiferente, ao que deveria ser um almejado desejo de eliminar a excludente paraolimpíadas. O maior evento desportivo de celebração mundial entre os diversos países do planeta seria uma grande oportunidade de unir pessoas pelos preceitos de justiça social.  Entretanto, o modelo atual segregativo continua. Inúmeros foram os e-mails para professores das universidades de Pequim, entre outras, durante a nossa permanência lá. Entretanto, nenhuma resposta! É verdade que com as comemorações do Novo Ano na China, muitos estavam de férias, além da possibilidade de confundirem, como muitos, a nossa pesquisa de opinião, e pensar que propomos que os jogos sejam disputatos entre atletas sem deficiência com atletas com deficiência, o que seria uma ação injusta.</p>
<p>              Entretanto, propomos um mundo mais igual e o referido evento desportivo é um dos  melhores caminho para tal fim. Há uma enorme visibilidade midiática, o que favorece ao mundo conhecer essa nova representação. Assim vamos prosseguir&#8230; Nordestino não desiste NUNCA!  e os contatos continuarão, aqui, na China e na Inglaterra onde ocorrerão, em 2012, as próximas Olimpíadas.  Direitos respeitados, começando<br />
pelo direito de conviver com todos, estar junto do outro, vivenciar o mesmo apreço midiático que é dado as olimpíadas. Almejamos, que seja tudo claridade, recompensa e <br />
justiça entre os homens e as nações. <br />
  </p>
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		<title>Declaração Universal dos Direitos Humanos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 00:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2008 se comemora o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Aprovada em 10 de dezembro de 1948, quando as Nações Unidas tentavam imaginar regras de convivência entre os países e também entre ricos e pobres de cada país para afastar o fantasma de uma nova guerra, essa convenção-mãe dos instrumentos humanitários de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2008 se comemora o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Aprovada em 10 de dezembro de 1948, quando as Nações Unidas tentavam imaginar regras de convivência entre os países e também entre ricos e pobres de cada país para afastar o fantasma de uma nova guerra, essa convenção-mãe dos instrumentos humanitários de alcance internacional desdobra em 30 artigos a idéia central: todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos.  Eleanor Roosevelt, que teve um papel decisivo em sua aprovação, considerou o documento uma verdadeira Carta Magna da humanidade. O aniversário deve ser aproveitado para uma reflexão abrangente, visando a formatar novas políticas públicas e iniciativas da sociedade civil para transformar em fato concreto os belos enunciados que apontam para um contexto de paz e justiça social.</p>
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		<title>Inclusão social: Pela PAZ!</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 02:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carminha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inclusão social]]></category>

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          No mundo globalizado de hoje, não há espaço para a segregação, somos “TODOS” seres humanos.  O século XXI pede passagem para os 185 milhões de brasileiros. Homens do poder, agricultor, pessoas que vivem nas favelas, no campo, zona rural e urbana, todos compatriotas. A paz de cada um depende, verdadeiramente, do bem-estar do outro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Times New Roman"><a href="http://carminha.blog.digi.com.br/files/2007/12/europa_2-014.jpg" title="europa_2-014.jpg"><em><img src="http://carminha.blog.digi.com.br/files/2007/12/europa_2-014.thumbnail.jpg" alt="europa_2-014.jpg" /></em></a>      </font></p>
<p><font face="Times New Roman">    </font><font face="Times New Roman">      No mundo globalizado de hoje, não há espaço para a segregação, somos “TODOS” seres humanos.  O século XXI pede passagem para os 185 milhões de brasileiros. Homens do poder, agricultor, pessoas que vivem nas favelas, no campo, zona rural e urbana, todos compatriotas. A paz de cada um depende, verdadeiramente, do bem-estar do outro. Sem fome nem violência, sem discriminação nem preconceitos! Por essa razão, se queremos a paz, temos que ter ATITUDE para alcançá-la. A paz tão sonhada não estará completa enquanto todos os brasileiros não tiverem a mesma oportunidade na vida: <strong><em>inclusão social</em></strong>.</p>
<p></font></p>
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